Campo Grande

Campo Grande está na 36ª melhor posição entre os 100 maiores municípios do Brasil no ranking do Índice dos Desafios da Gestão Municipal (IDGM). O município manteve a posição na década e ganhou 5 posições na comparação com o último ano. Entre as quatro áreas analisadas, Campo Grande teve sua melhor posição em Saneamento e Sustentabilidade: 32ª posição. A posição nas outras áreas foi: 34ª em Saúde, 43ª em Segurança e 44ª em Educação. Na última década, a cidade melhorou sua posição no ranking em 3 áreas, e perdeu posição em 1 área: Educação (-6 posições); Saúde (+2 posições); Segurança (+14 posições); e Saneamento e Sustentabilidade (+6 posições).



Educação

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - Ensino Fundamental I





5,7

IDEB do EF I na rede pública em 2019


Campo Grande alcançou 5,7 pontos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Ensino Fundamental I na rede pública em 2019, nota menor que a média dos 100 maiores municípios do país analisados. Está na 55ª melhor posição entre eles nesse último ano. Em 2009, ocupava a 35ª melhor posição com uma nota maior que a média dos 100 municípios. O indicador cresceu 0,6 pontos entre 2009 e 2019. Essa foi a 95ª melhor variação entre os 100 municípios no período. Tal resultado decorreu do crescimento de 3,9 p.p. da taxa de aprovação e do crescimento de 0,4 pontos na nota média dos alunos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O número de alunos matriculados no Ensino Fundamental I da rede pública no município caiu de 55.111 para 52.177 entre 2009 e 2019.

Fonte: INEP/MEC.

IDEB do Ensino Fundamental I na rede pública

grafico

Taxa de aprovação

Ensino Fundamental I na rede pública

grafico

Nota Média na Prova Brasil

Ensino Fundamental I na rede pública Untitled Document

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - Ensino Fundamental II




4,9

IDEB do EF II na rede pública em 2019


Campo Grande alcançou 4,9 pontos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Ensino Fundamental II na rede pública em 2019, nota maior que a média dos 100 maiores municípios do país analisados. Está na 36ª melhor posição entre eles nesse último ano. Em 2009, ocupava a 16ª melhor posição com uma nota maior que a média dos 100 municípios. O indicador cresceu 0,5 pontos entre 2009 e 2019. Essa foi a 88ª melhor variação entre os 100 municípios no período. Tal resultado decorreu do crescimento de 10,7 p.p. da taxa de aprovação e da queda de 0,1 pontos na nota média dos alunos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O número de alunos matriculados no Ensino Fundamental II da rede pública no município caiu de 47.651 para 40.933 entre 2009 e 2019.

Fonte: INEP/MEC.

IDEB do Ensino Fundamental II na rede pública


Taxa de aprovação

Ensino Fundamental II

Nota Média na Prova Brasil

Ensino Fundamental II

Crianças de 0 a 3 anos matriculadas em creche




37,8%

Razão entre matrículas em creche
e crianças em 2019


14.532

Matrículas em creche em 2019


A estimativa de atendimento das crianças de 0 a 3 anos em creches em Campo Grande em 2019 foi de 37,8%, maior que a média dos 100 maiores municípios do país. O município tinha a 37ª melhor posição no indicador nesse conjunto de municípios em 2019. Havia 11.938 crianças de 0 a 3 anos matriculadas em creches em 2009. Em 2019, o número de matrículas foi para 14.532. Essa variação correspondeu a 21,7% de crescimento das matrículas entre 2009 e 2019.

Fonte: Censo Escolar e IBGE.

Razão entre matrículas em creche e o número de crianças de 0 a 3 anos

grafico

Número de matrículas em creche e número de crianças de 0 a 3 anos


Crianças de 4 a 5 anos matriculadas na pré-escola




100,0%

Razão entre matrículas em pré-escola
e crianças em 2019


16.214

Matrículas em pré-escola em 2019


A estimativa de atendimento das crianças de 4 a 5 anos em pré escolas em Campo Grande em 2019 foi de 100,0%, maior que a média dos 100 maiores municípios do país. O município tinha a 1ª melhor posição no indicador nesse conjunto de municípios em 2019. Havia 7.230 crianças de 4 a 5 anos matriculadas em pré escolas em 2009. Em 2019, o número de matrículas foi para 16.214. Essa variação correspondeu a 124,3% de crescimento das matrículas entre 2009 e 2019.

Fonte: Censo Escolar e IBGE.

Razão entre matrículas na pré-escola e o número de crianças de 4 a 5 anos


Número de matrículas na pré-escola e número de crianças de 4 a 5 anos



 
 

Saneamento

Coleta de resíduos domiciliares





99,0%

Cobertura de coleta de resíduos
domiciliares em 2019


887.022

População com cobertura de coleta de
resíduos domiciliares em 2019


Estima-se que 99,0% da população de Campo Grande tenha sido atendida por serviço de coleta de resíduos domiciliares em 2019, percentual maior que a média dos 100 maiores municípios do Brasil analisados nesse ano. Esse resultado colocou a cidade na 56ª melhor cobertura entre as analisadas. O município ocupava a 45ª posição em 2009, com uma taxa de cobertura igual a 98,6%.

OBS: Não foram divulgados dados absolutos referentes ao indicador no ano inicial da série.

Fonte: SNIS/Ministério das Cidades

Taxa de cobertura de coleta de resíduos domiciliares


População com e sem cobertura de coleta de resíduos domiciliares


Abastecimento de água




98,7%

Índice de abastecimento de água
em 2019


883.962

População com abastecimento de água
em 2019


Campo Grande alcançou 98,7% da população atendida por serviço de abastecimento de água em 2019. Esse percentual foi maior que a média dos 100 maiores municípios do país. O município apresentou o 45º melhor atendimento entre as cidades analisadas nesse último ano. A população atendida com abastecimento de água era igual a 742.427, em 2009, e foi para 883.962 residentes, em 2019. Estima-se que o número de residentes não atendidos por abastecimento de água tenha chegado a 12.020 nesse ano.

Fonte: SNIS/Ministério das Cidades.

Índice de abastecimento de água


População com e sem atendimento de abastecimento de água

 

Atendimento de esgoto




82,9%

Índice de atendimento total de esgoto
em 2019


742.576

População total atendida com esgoto
sanitário em 2019


Campo Grande alcançou 82,9% da população atendida por serviço de coleta de esgoto em 2019. Esse percentual foi maior que a média dos 100 maiores municípios do país. O município teve o 49º melhor atendimento entre as cidades analisadas nesse último ano. A população atendida com coleta de esgoto era igual a 448.160, em 2009, e foi para 742.576 residentes, em 2019. Estima-se que o número de residentes não atendidos por coleta de esgoto tenha chegado a 153.406 nesse ano.

Fonte: SNIS/Ministério das Cidades.

Índice de atendimento de coleta de esgoto


População com e sem atendimento de coleta de esgoto sanitário


Tratamento de esgoto




60,9%

Índice de esgoto tratado referido a água
consumida em 2019


32.535

Volume de esgoto tratado (em 1.000 m³/ano) em 2019


Estima-se que 60,9% do esgoto gerado em Campo Grande em 2019 tenha sido tratado. Esse índice foi menor que o índice médio de tratamento de esgoto nas 100 maiores cidades do país. Naquele ano, o município apresentou o 46º melhor índice entre os municípios considerados. Em 2009, o índice de tratamento foi de 47,8% e o município ocupou a 27ª melhor posição entre os 100 municípios. O volume de esgoto tratado na cidade passou de 18.411 para 32.534 mil m3/ano entre 2009 e 2019. Já o volume de esgoto não tratado em 2019 foi estimado em 53.406 mil m3/ano.

Fonte: SNIS/Ministério das Cidades.

Índice de esgoto tratado referido à água consumida


Estimativa do volume de esgoto tratado e não tratado (em 1.000 m³/ano)

 

Índice de perda de água



20,0%

Índice de perdas na distribuição
de água em 2019


13.330

Volume de perdas na distribuição
de água (em 1.000 m³/ano) em 2019


Campo Grande apresentou 20,0% de perdas no processo de distribuição de água em 2019. Nesse ano, o volume distribuído foi estimado em 53406,5 mil m3. Já o volume de água perdida foi de 13330,4 mil m3. O município possuía a 5ª melhor posição no índice de perdas entre as 100 maiores cidade do Brasil em 2019. Em 2009, sua posição entre esses 100 municípios era melhor que a do último ano analisado. No primeiro ano, o índice de perdas na distribuição de água correspondeu a 37,7%; já o volume produzido foi igual a 38486,0 mil m3/ano; e o perdido era de 23286,0 mil m3/ano.

Fonte: SNIS/Ministério das Cidades.

Índice de perdas na distribuição de água


Volume de perdas na distribuição de água (em 1.000 m³\ano)



Saúde

Taxa de mortalidade infantil





9,3

Taxa de mortalidade infantil (por 1.000 nascidos vivos) em 2019


130

Óbitos infantis em 2019


60,8%

Dos óbitos infantis
são por causas evitáveis


A taxa de mortalidade infantil em Campo Grande foi igual a 9,3 por mil nascidos vivos em 2019, menor que a média dos 100 maiores municípios do país. Essa foi a 14ª menor taxa de mortalidade infantil nesse último ano. Entre 2009 e 2019, a taxa de mortalidade caiu 25,0% no município. Essa variação foi a 27ª melhor entre os 100 municípios. Foram registrados 153 óbitos infantis em 2009. Em 2019, o número foi para 130. A variação no período foi de -15,0%, a 51ª melhor entre os 100 municípios. O maior número de mortes infantis no município ocorreu na fase neonatal precoce. Foram registradas 58 mortes nessa fase, o que representa 44,6% das mortes infantis nesse ano. Estima-se que 70,7% das mortes nessa fase tenham ocorrido por causas evitáveis.

Fonte: DataSUS.

Taxa de mortalidade infantil (por 1.000 nascidos vivos)


Óbitos infantis por fase


Distribuição dos óbitos infantis evitáveis por tipo de ação em 2019


Proporção de nascidos vivos com sete ou mais consultas pré-natal




65,6%

Proporção de nascidos vivos com sete
ou mais consultas pré-natal


9.205

Nascidos vivos com sete
ou mais consultas pré-natal


A proporção de bebês cujas mães fizeram sete ou mais consultas pré-natal foi igual a 65,6% em Campo Grande em 2019. Essa proporção é menor que a média dos 100 maiores municípios do país nesse ano, situando a cidade na 72ª melhor posição. O indicador de atendimento pré-natal piorou no município entre 2009 e 2019. Em 2009, Campo Grande ocupava a 34ª posição, com uma proporção de 74,3% nascidos vivos com mais de sete consultas pré-natal. A variação do indicador no município entre os anos analisados é a 100ª melhor entre os 100 municípios. O número de nascidos vivos saiu de 12.380 e foi para 14.039. Já o número de nascidos vivos com sete ou mais consultas era de 9.198 e chegou a 9.210. Por fim, nota-se uma relação positiva entre escolaridade da mãe e proporção de nascidos vivos com sete ou mais consultas. Em média, no município, as mães com 12 anos ou mais anos de estudo apresentam uma proporção de 41,3 p.p. superior a das mães que completaram até três anos de estudo.

Fonte: Datasus.

Proporção de nascidos vivos com 7 ou mais consultas de pré-natal


Número de nascidos vivos com 7 ou mais consultas pré-natal

Nascidos vivos com 7 ou mais consultas pré-natal segundo a escolaridade das mães (anos de estudo)

Considerando mães de 20 a 39 anos - 2019

Cobertura das equipes de atenção básica



55,2%

De cobertura de equipes
na Atenção Básica 2018


482.220

População coberta pelas equipes
de Atenção Básica 2018


A taxa de cobertura da população por equipes de atenção básica em Campo Grande alcançou 55,2% em 2018, taxa menor que a média dos 100 maiores municípios do Brasil. O município apresentou a 62ª melhor cobertura nesse ano. Em 2008, Campo Grande apresentava uma taxa de cobertura de 37,0%, 18,2 p.p. inferior à alcançada em 2018. Campo Grande ocupava a 70ª posição no ranking de municípios no primeiro ano analisado. Estima-se que sua população tenha variado de 724.524 pessoas em 2008 para 874.210 em 2018. Já a população coberta pela atenção básica variou de 268.350 para 482.220 no mesmo período.

Fonte: e-Gestor AB/ Ministério da Saúde.

Taxa de Cobertura das Equipes de atenção Básica


Habitantes com cobertura de equipes de atenção básica


Taxa de mortalidade prematura por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT)



304,7

Taxa de mortalidade prematura (por 100 mil habitantes) em 2019


1.357

Óbitos prematuros em 2019


Foram registradas 1.357 mortes prematuras por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) em Campo Grande em 2019. Essa quantidade resultou em 304,7 óbitos por 100 mil habitantes entre 30 e 69 anos, taxa menor que a média dos 100 maiores municípios do país nesse ano. A cidade tinha a 52ª menor taxa de mortalidade por DCNT entre os 100 municípios. A taxa de óbitos por DCNT em 2019 foi menor que a registrada em 2009. A variação foi de -3,9% no período. As causas prevalentes de morte no grupo de DCNT decorreram de doenças cardiológicas em 2019. Foram 680 mortes por essa causa nesse ano, o que representou 50,1% do total de mortes por DCNT.

Fonte: DataSUS.

Taxa de mortalidade prematura por DCNT (por 100 mil habitantes com idades entre 30 e 65 anos)


Número de óbitos por tipo de DCNT



 

Segurança

Homicídios





12,6

Taxa de homicídios (por 100 mil habitantes) em 2019


113

Homicídios em 2019


A taxa de homicídios em Campo Grande variou de 26,5 para 12,6 por 100 mil habitantes entre 2009 e 2019. Nesse último ano, a cidade apresentou uma taxa menor que a média dos 100 maiores municípios do Brasil, ocupando a 37ª melhor posição no ranking. O número de homicídios em Campo Grande passou de 200, em 2009, para 113, em 2019, uma variação de -43,5% no período. As maiores vítimas de homicídios no município são homens, 89,4% em 2019, negros ou pardos, 69,0%, e adultos, 54,9%. Ademais, estima-se que 34,5% dos homicídios no município nesse mesmo ano tenha envolvido o uso de arma de fogo.

Fonte: DataSUS.

Taxa de homicídios (por 100 mil habitantes)


Número de homicídios


Óbitos no trânsito



16,7

Taxa de óbitos no trânsito
(por 100 mil habitantes)


140

Total de óbitos por acidentes em 2019


A taxa de óbitos no trânsito alcançou 16,7 por 100 mil habitantes em Campo Grande em 2019. Nesse ano, o município apresentou uma taxa maior que a média dos 100 maiores municípios do Brasil. Essa taxa situou Campo Grande na 82ª melhor posição entre os 100 maiores municípios em 2019. A taxa de óbitos variou -34,0% entre 2009 e 2019. É uma variação pior que a variação média dos 100 municípios analisados (-38,4%). Foram registrados 140 óbitos no trânsito na cidade em 2019, número menor que os registrados em 2009. A maior parte dos óbitos no trânsito no município envolveu motociclistas: 67 óbitos, o que representa 47,9% do total de vítimas no trânsito em 2019.

Fonte: DataSUS.

Taxa de óbitos no trânsito (por 100 mil habitantes)


Número de óbitos no trânsito por tipo de veículo